Com as leis de incentivo fiscal, empresas podem abraçar causas e investir em projetos culturais, esportivos e ONGS

As leis de incentivo fiscal são hoje o caminho mais sustentável para a implantação de projetos que podem gerar empregos, tirar das ruas adolescentes em situação de risco, melhorar a qualidade de vida de comunidades carentes e até mesmo formar novos talentos. São projetos que dependiam das verbas de marketing das empresas ou que dependiam da solidariedade de empresários doadores e que ganham uma nova chance com a renúncia fiscal.

Há leis de incentivo para os mais diversos perfis de empresas, que tributam sobre o regime de lucro real e presumido. A Lei Rounet é a mais conhecida, pela idade e pela disseminação. As mais recentes são as Leis do idoso, do Câncer, da Mobilidade e o Vale Cultura. Todas as leis federais são baseadas no IR, as estaduais no ICMS e as municipais, no IPTU/ISS. As municipais são as mais simples, qualquer empresa que paga IPTU pode usar parte dele para fazer os incentivos municipais, abraçar projetos locais e ajudar a mudar a cara da sua cidade.

“Muitas empresas não sabem que podem investir o valor do imposto a ser pago e fazer a diferença na vida de milhares de pessoas. O contador, o profissional de marketing e o de RH têm papel fundamental para mudar esse cenário. Eles são os agentes com capacidade para trazer essa informação para dentro das empresas”, explica Luan Flávio, diretor da LS Nogueira, agência que faz a ponte entre as empresas que querem investir e os produtores culturais, esportivos e ONGs.

Os benefícios vão além da simples sensação de bem-estar por impactar na melhoria das condições de vida de inúmeras pessoas. Os pontos positivos de ser uma “empresa incentivadora” podem ser percebidos dentro do próprio ambiente corporativo. Os colaboradores muitas vezes são envolvidos diretamente no próprio projeto apoiado, no caso de ações de responsabilidade social, ou usufruem dele, como no caso do patrocínio de peças de teatro, campeonatos esportivos, oficinas de música e dança, entre outros. Além disso, o colaborador reforça os vínculos com a empresa, pois percebe nessa atitude de investir em cultura, esporte ou ação social um lado humano.

Outro benefício para a empresa incentivadora é a exposição positiva da marca, ligada a trabalhos sociais, ações que beneficiam a população. “Isso agrega valor à marca da empresa. E é uma exposição feita sem que a empresa invista dinheiro do caixa, é realizada apenas por meio do imposto a ser pago”, completa Luan.

Link: http://www.administradores.com.br/noticias/economia-e-financas/por-que-sua-empresa-deveria-aderir-as-leis-de-incentivo-fiscal/91781/
Fonte: Administradores

Veja Também

Por que ações trabalhistas viraram um pesadelo par... Desde que a reforma trabalhista entrou em vigor, começaram a surgir casos de trabalhadores que entraram na Justiça contra ex-empregadores, perderam e ...
Empresas podem aderir ao Refis da Copa até o dia 2... É possível parcelar e quitar débitos vencidos até 31 de dezembro de 2013 Até o dia 25 de agosto empresas e contribuintes poderão aderir ao Refis da...
Simplificação do registro mercantil (Valor Econômi... Sabe-se que para as empresas participarem de licitações públicas é necessária a apresentação de uma série de documentos, dentre os quais se encontra o...
Veja os pontos sensíveis da reforma trabalhista O parecer do relator da reforma trabalhista, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), diz que a possibilidade de jornada de trabalho de 12 horas com descanso em seg...
AS 9 DÚVIDAS CRUCIAIS DO BLOCO K Algumas mudanças em breve entrarão em vigor no Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), relacionadas a obrigações fiscais: agora, será necessár...
Gangue dos boletos usa dados do DETRAN para emitir... Um alerta importante para o internauta brasileiro. Os analistas da Kaspersky Lab descobriram que os cibercriminosos brasileiros estão utilizando bases...

Deixe uma resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *