A armadilha do desalinhamento silencioso
Quando uma organização não define um ritmo eficaz para seus encontros, surgem sinais claros de ineficiência:
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as prioridades se perdem;
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os problemas se repetem;
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decisões emperram;
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equipes acabam trabalhando em direções divergentes.
O CEO passa a virar “centralizador de tudo”, agindo como gargalo ao responder a demandas, apagar incêndios e atrapalhar o fluxo de execução.
Um estudo da McKinsey mostra que times com rituais semanais e mensais bem estruturados têm 2,3 vezes mais chance de atingir metas estratégicas. Entre empresas inovadoras, mais de 60% fracassam não por falta de visão, mas por falhas na execução alinhada.
O sistema ideal: ritmo certo, foco correto
Não se trata de multiplicar reuniões, mas de agendar as reuniões certas, com foco claro, no ritmo apropriado. O modelo de alta performance inclui:
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Reunião diária (15 min): serve para gerar ritmo e antecipar obstáculos. Cada participante responde:
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Qual a prioridade do dia?
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O que os outros precisam saber?
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Onde estou travado?
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Reunião semanal (60–90 min): tem como objetivo revisar indicadores, eliminar gargalos e confirmar prioridades da semana. É ideal realizá-la na manhã de segunda-feira para garantir alinhamento.
- Fonte: StartSe – Por que o ritmo das reuniões define a execução e o crescimento da empresa (