Descubra como manter firme os alicerces de sua empresa
Quando falamos sobre como a burocracia tributária, complexidade legislativa e má gestão fiscal atrapalham o crescimento da empresa, muitas vezes visualizar isso não é tão simples. Para muitas pessoas, investir numa área que invariavelmente irá esvaziar o cofre da empresa não parece uma opção inteligente. Afinal, tributos sempre serão cobrados e sempre deverão ser pagos, não passando de mera obrigação burocrática e cotidiana. Ledo engano. A área fiscal da empresa deve ser considerada tão importante quanto as outras repartições internas.
Para entender melhor isso, podemos utilizar como exemplo uma casa. Aparentemente firme, essa residência com seu telhado vermelho, portas e janelas e uma família feliz esconde um segredo. Até hoje, ninguém se atenta ao fato de todo encanamento e tubulações do prédio estar comprometido.
Pouco a pouco, a água que corria fluentemente naqueles canos começa a vazar pelos diversos buracos de ferrugem. Uma gota ali, outra lá. Sem qualquer providência dos proprietários, os níveis de água perdidos acabam minguando, e esgota o necessário para a sobrevivência das pessoas do lar. E pior, se nem isso for suficiente, com um pouco mais de tempo as infiltrações advindas dos vazamentos poderão comprometer a estrutura e alicerce da casa.
Essa parábola, apesar de parecer superficial e infantil, demonstra exatamente o que ocorre com a empresa que não se planeja tributariamente. De acordo com levantamento da IBPT (Instituo Brasileiro de Planejamento e Tributação), 95% das empresas pagam mais imposto do que devem. E muito disso se deve aos problemas listados no inicio do texto – burocracia tributária, complexidade legislativa e má gestão fiscal. No mesmo passo, o SEBRAE informa que 80% das micro e pequenas empresas fecham as portas nos cincos primeiros anos.
Tal qual a casa, uma má gestão tributária deixa escapar dinheiro suficiente para investimentos fundamentais para a saúde financeira da empresa, bem como impede o fomento da sua capacidade competitiva no mercado feroz e intenso onde está inserida.
Para ter uma noção do quanto é perdido, um levantamento da Studio Fiscal mostrou que em média são recuperados por empresa R$ 550 mil em caráter de crédito tributário, dinheiro esse já desconsiderado pelos gestores. “Buscamos no arquivo morto da empresa possibilidades de retorno financeiro”, afirma Cristiane Monteiro, contadora e gerente de expansão da Studio Fiscal.
Diante disso, é imprescindível que a empresa tenha em mente a necessidade de investir em planejamento tributário. Tendo em vista a complexidade legislativa tributária o empresário não pode deixar a “goteira” do seu setor financeiro acabar com a estrutura da empresa, evitando assim que a “casa caia para o empresário”.
Fonte: http://www.contabeis.com.br/artigos/1769/empresario-nao-deixe-sua-casa-cair
Compartilhe nas redes!
Preencha o formulário abaixo para entrar em contato conosco!
Últimos Posts:
Categorias
Arquivos
Tags
2018
administração
aposentadoria
CBS
CLT
COFINS
contabilidade
COVID-19
e-social
Empreendedorismo
Empresas
Esocial
fgts
Gestão de Pessoas
Gestão Empresarial
IBS
ICMS
imposto de renda
Impostos
inss
IR
IRPF
Iss
ITCMD
Legislação trabalhista
LIDERANÇA
mei
Pequenas Empresas
PIS
PIX
Planejamento sucessório
Planejamento Tributário
produtividade
Receita
Receita Federal
ReceitaFederal
refis
Reforma trabalhista
Reforma Tributária
ReformaTributária
Simples Nacional
STF
Terceirização
trabalhista
tributação
Fique por dentro de tudo e não perca nada!
Preencha seu e-mail e receba na integra os próximos posts e conteúdos!
Compartilhe nas redes:
Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Veja também
Posts Relacionados
Senado aprova novo limite de faturamento do MEI de até R$ 140 mil e proposta de perdão de dívidas
Senado aprova aumento do limite de faturamento do MEI e perdão de dívidas A proposta, aprovada antes pela Câmara, eleva o teto anual do MEI para
Reforma Tributária: Serpro garante arrecadação automatizada (RAD) em 2027 e empresas devem se preparar para impactos no fluxo de caixa
RAD: arrecadação automatizada está garantida em 2027, afirma gerente do Serpro Robson Lima, que está à frente do projeto da reforma tributária no Serpro, afirmou que
Reforma Tributária: split payment preocupa o comércio e pode reduzir o capital de giro das empresas
Debate do split payment traz à tona receio do comércio com redução do capital de giro Hoje, parte relevante do imposto embutido no preço fica no
Inadimplência Empresarial: 9,2 milhões de CNPJs têm dívidas e reforçam a importância da análise de crédito nas vendas a prazo
Vender a prazo exige cuidado Segundo a Serasa, são 9,2 milhões de CNPJs inadimplentes, com R$ 238,6 bi em dívidas. Conclusão: análise de crédito é indispensável.