Não é incomum que empresários brasileiros percebam tardiamente a necessidade disso
– A marca é um bem imaterial praticamente indispensável para o sucesso de um produto ou serviço. A constatação não é nova. Afinal, a força das marcas em nossa sociedade de consumo é extraordinária. Para se manterem competitivas, as empresas têm o grande desafio de conservar as experiências positivas dos consumidores com suas marcas de produtos ou serviços e zelar para que estas sejam repetidas e compartilhadas.
O que se tornou uma nova questão é a constatação do crescimento no Brasil de casos de imitações e cópias não autorizadas de marcas de sucesso. E isso leva a discussão a outro patamar. Qual a importância de se proteger uma marca no País?
Boa parte dos empreendedores ainda ignora a necessidade de registrar suas marcas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Muitos acreditam que o simples registro do nome empresarial ou do nome de domínio são garantias suficientes para assegurar o direito sobre a marca.
Não é incomum que empresários – ainda que há vários anos no mercado – percebam tardiamente a necessidade do registro, após descobrirem negócios do mesmo ramo de sua atuação utilizando nomes similares ou idênticos às de sua marca e impedindo o registro da marca original.
Dados do INPI apontam um crescimento de 6% no número de depósitos de marcas entre 2014 e 2016. No mesmo período os indeferimentos de casos dobraram (51,8%), o que sugere um aumento de conflitos envolvendo marcas colidentes.
Embora o registro junto ao INPI não seja obrigatório, a ausência da proteção da marca é uma porta aberta para o desperdício de recursos financeiros e esforços na formação da clientela. Todo o investimento feito na divulgação da marca em sites, letreiros, cartões, uniformes, embalagens, propagandas e estoque podem ser perdidos por descuido ou economia imprudente.
A tramitação de um processo no INPI, embora morosa, tem custos relativamente baixos e espaçados. Uma eventual demanda judicial, por sua vez, pode representar gastos vultosos e com resultados incertos, dependendo da complexidade da causa.
Antes de lançar produtos ou serviços no mercado, o empreendedor deve assegurar, portanto, o registro da marca no INPI – única forma de garantir proteção a seus investimentos na marca.
Fonte: Fenacon
Compartilhe nas redes!
Preencha o formulário abaixo para entrar em contato conosco!
Últimos Posts:
Categorias
Arquivos
Tags
2018
administração
aposentadoria
CBS
CLT
COFINS
contabilidade
COVID-19
e-social
Empreendedorismo
Empresas
Esocial
fgts
Gestão de Pessoas
Gestão Empresarial
IBS
ICMS
imposto de renda
Impostos
inss
IR
IRPF
Iss
ITCMD
Legislação trabalhista
LIDERANÇA
mei
Pequenas Empresas
PIS
PIX
Planejamento sucessório
Planejamento Tributário
produtividade
Receita
Receita Federal
ReceitaFederal
refis
Reforma trabalhista
Reforma Tributária
ReformaTributária
Simples Nacional
STF
Terceirização
trabalhista
tributação
Fique por dentro de tudo e não perca nada!
Preencha seu e-mail e receba na integra os próximos posts e conteúdos!
Compartilhe nas redes:
Facebook
Twitter
Pinterest
LinkedIn
Veja também
Posts Relacionados
Senado aprova novo limite de faturamento do MEI de até R$ 140 mil e proposta de perdão de dívidas
Senado aprova aumento do limite de faturamento do MEI e perdão de dívidas A proposta, aprovada antes pela Câmara, eleva o teto anual do MEI para
Reforma Tributária: Serpro garante arrecadação automatizada (RAD) em 2027 e empresas devem se preparar para impactos no fluxo de caixa
RAD: arrecadação automatizada está garantida em 2027, afirma gerente do Serpro Robson Lima, que está à frente do projeto da reforma tributária no Serpro, afirmou que
Reforma Tributária: split payment preocupa o comércio e pode reduzir o capital de giro das empresas
Debate do split payment traz à tona receio do comércio com redução do capital de giro Hoje, parte relevante do imposto embutido no preço fica no
Inadimplência Empresarial: 9,2 milhões de CNPJs têm dívidas e reforçam a importância da análise de crédito nas vendas a prazo
Vender a prazo exige cuidado Segundo a Serasa, são 9,2 milhões de CNPJs inadimplentes, com R$ 238,6 bi em dívidas. Conclusão: análise de crédito é indispensável.